6 comentários em “O Futuro das redes sociais: Esqueça os EUA e olhe para o Brasil

  1. No Brasil os investimentos em publicidade digital ainda são relativamente pequenos por uma distorção causada pelas agências, que preferem focar os investimentos na TV prioritariamente, e nos veículos impressos em segundo lugar, simplesmente porque já estão acostumadas a fazer isso e faturar suas grandes bonificações e comissionamentos.
    Os anunciantes, em parte por comodismo e em parte por medo de “inovar”, acabam seguindo esse caminho conservador (offline) ditado pelas agências.
    Mas o fato incontestável é que não só os resultados da publicidade digital são cada vez maiores como, ainda, são totalmente mensuráveis, coisa que a mídia offline simplesmente não consegue entregar.
    Tendência irreversível no mundo, a publicidade digital tende a crescer fortemente aqui no Brasil, e esse crescimento deve se dar de forma exponencial nos próximos anos.

    1. Excelente análise Cazarré. Concordo. Vale ressaltar que é um caminho sem volta, já que o aTV Digital streaming está chegando com tudo: Google TV em parceria com a Sony, Chrome Cast, Apple TV e apps como Netflix, Hulu, Youtube e Crackle. É aguardar p/ ver. O formato de TV como conhecemos hj está morto, só falta enterrar. Será interessante ver quem irá se adaptar de fato e quem vai sucumbir. Darwinismo digital. Abs!

      1. Pois é, concordamos simplesmente por que acreditamos que o foco dos resultados dos investimentos em publicidade deva ser gerar resultados para a companhia contratante, sua marca, produto ou serviço, e não gerar lucro para a agência que foi contratada. Já a questão de ser um caminho sem volta, sem dúvida é, pois o Darwinismo no caso é imposto pela parte mais forte em todo o negócio de publicidade, comunicação e marketing, que é o PÚBLICO. Ele sempre mandou, através de seu poder de compra, mas não tinha voz, e agora tem, justamente pelos avanços do meio digital.A equação é muito simples: hoje se pode ouvir a voz do público, e não ouvi-la é um pecado que será pago de maneira dolorosa pelas empresas. Então é isso mesmo, os mais adaptáveis (tanto do lado das agências como do lado dos clientes delas) sobreviverão. Os outros? São espécies em extinção…

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