A geração Z e os zumbis da nova era.

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Sobrevivemos à profecia de Nostradamus, que anunciava o fim do mundo, no ano 2000, ao Apocalipse Maia, em 2012, e até ao meteoro, que caiu Rússia. Sem contar os diversos outros “finais anunciados” em nossa história. Podemos, então, afirmar que 2013 não deixa de ser mais um ano “pós-apocalítico”. E, segundo a indústria de ficção especializada, o “pós-apocalipse”, além de deixar suas marcas na sociedade, vem sempre acompanhado do peculiar “zombie”. Ou como conhecemos no Brasil, o zumbi.

Vivenciamos uma enxurrada inédita na indústria de entretenimento, de eventos pós-apocalípticos e zumbis. Podemos citar o exemplo da série de TV sobre zumbis, Walking Dead, que, em sua 4ª temporada, é uma das mais assistidas nos EUA. O game da mesma série foi considerado game do ano” em 2012 no Video Games Award. No próximo verão americano, Brad Pitt estrelará o “World War Z”, onde uma pandemia transforma o mundo em zumbis, sem esquecer o filme “Meu namorado é um zumbi”, que tem como protagonista um Zumbi “galã” (No estilo crepúsculo). (…)

As causas da proliferação da “cultura zumbi”, segundo especialistas em comportamento, são decorrentes de alguns dilemas bem atuais: Crise financeira, perda da individualidade pela globalização, os efeitos da vida rotineira, a destruição do planeta pelo consumo exagerado de recursos naturais e o medo da erradicação da raça humana por alguma pandemia. Assuntos estes que ganham destaques diários na mídia. Segundo o Jornal “New York Observer”, “os zumbis representam a perda da individualidade, obrigando-nos a fazer parte de um coletivo”. O jornal americano “Channel 4” vai diz representarem “uma geração em desafeto, alienada, obcecada e inundada pela mídia.”

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Estas ansiedades e medos nos remetem a um perfil de consumidor mais exigente, frustrado e consequentemente mais difícil de lidar. Também conhecido como o consumidor social. Entre suas características, estão a aversão a promoções e controle em massa. Descrença na mídia de massa, o individualismo, relacionam-se apenas com as marcas que gostam e ditam as regras da interação.

Alguns cuidados na abordagem ao consumidor da geração Z:

  • Abolir o SPAM ou mensagens massificadas nas redes sociais!
  • Tratar os consumidores como pessoas e não como parte da corporação.
  • Relacionamento. As empresas inteligentes irão utilizar o social para transformarem consumidores em embaixadores das marcas, facilitando o marketing voluntário
  • Ser contagiante, incentivando a formação de comunidades em torno da marca.
  • Agilidade: Utilizar ferramentas de CRM Social para automatizar o processo
  • Integração: Unificar a empresa em torno da mesma estratégia de relacionamento com consumidores. Novamente existem ferramentas de otimização.

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O ciclo de vendas do consumidor da geração Z, também é diferente. Estes consumidores estão enterrados literalmente embaixo de burocracias contratuais e monopólios, muitas vezes deteriorando à espera de melhorias no setor e novos concorrentes.

 Leia artigo na íntegra  na revista PROXXIMA do Meio & Mensagem

Leia também a apresentação ilustrada sobre a geração Z  e o consumidor social no slideshare:

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Editor do eCRM123 Blog

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